segunda-feira, 18 de maio de 2015

Quem Somos?

         


            A OESI – Ordem Evangélica dos Servos Intercessores é uma fraternidade cristã de carisma protestante que tem como objetivos:


a)  Oração: pela igreja, pela conversão do gentios e pelos judeus para que reconheçam Jesus como o Messias.

b) Unidade: Trabalho pela unidade cristã (realização de retiros de contemplação, seminários e estudos da espiritualidade cristã a partir do eixo da unidade cristã. 

c) Socorro:   Socorro e solidariedade na acolhida de líderes cristãos (através da futura Casa de Retiros Terra Santa, a OESI acolherá líderes cristãos que necessitam de socorro, acolhimento, descanso e aconselhamento)


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           A OESI é um ministério de Oração, Contemplação e Espiritualidade (Novo Monasticismo) onde as pessoas cristãs são aliançadas com o objetivo de crescer na graça, no serviço, no estudo e na oração.
       As Reuniões de Formação (RF) ocorrem uma vez por semana e podem ser acompanhadas a distância.
         Os irmãos e irmãs são aliançados com o propósito de crescer na graça do Senhor Jesus e no sustento mútuo através da oração e das disciplinas espirituais.

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A OESI tem os seguintes setores (agrega os seguintes carismas):

a) Mosteiro Terra Santa - situado na cidade de Ji-paraná – RO. Lugar de Hospitalidade, Oração e Estudo da Espiritualidade Cristã e da Terra Santa.
b) OFSE - Ordem Franciscana Secular Evangélica - Grupo que estuda e vive o Carisma Franciscano
c) OBSE - Ordem Beneditina Secular Evangélica - Grupo que estuda e vive o Carisma Beneditino.
d) Liturgia das Horas - Quatro Orações Litúrgicas disponibilizadas nas Redes Sociais e no Livro de Oração Comum da OESI
e) Fraternidades de Formação - Pequenos Grupos que estudam os textos disponibilizados no Blog

f) Retiro Anual - Retiro Anual de Espiritualidade e Contemplação Cristã.

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Caminho para ser um aliançado da OESI:

1. Ser um/a cristão/ã fiel ao Senhor Jesus e a sua congregação de origem;
2. Participar das Reuniões de Formação (mesmo a distância);
3.  Solicitar por escrito o ingresso na Ordem;
4. Participar anualmente do Retiro da OESI (quando possível).

Para maiores informações escreva: ordemevangelica@hotmail.com


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Mosteiro Evangélico Terra Santa




A Regra de Vida



  1. Somos cristãos. Aceitamos JESUS como Senhor e Salvador. Somos crentes. Fomos convertidos pelo poder do Espírito Santo. Ouvimos o Evangelho e aceitamos a salvação pela graça. Vivemos em comunhão fraterna com todas as igrejas e desejamos viver o princípio do Evangelho do Senhor relatado pelo evangelista São Lucas: Lc 17.10 Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis; fizemos somente o que devíamos fazer. Esta foi a caminhada de muitos cristãos na história da Igreja.  

  1. Vivemos para servir a igreja através de nosso trabalho e orações baseados em Lucas 17.10. Seguindo esse princípio de vida, nada que fazemos será para a nossa glória. Esta é a recomendação do Senhor e Salvador Jesus Cristo: (Mateus 6.1-4)  “Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste.  Quando, pois, deres esmola, não toques trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas, nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. Tu, porém, ao dares a esmola, ignore a tua mão esquerda o que faz a tua mão direita; para que a tua esmola fique em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. Nada que um irmão da O.E.S.I fizer poderá ser reconhecido humanamente ou receberá mérito por seus trabalhos. Nosso galardão e nossa recompensa estão em sigilosamente trabalhar para Deus buscando sua santidade para nossa vida mediante a graça do Senhor Jesus Cristo. Não poderemos também fazer nada por contenda ou vanglória, para dizer que o outro não fez. Teremos a humildade para considerar os outros superiores a nós mesmos, até mesmo o mais pobre e carente dos homens. Os irmãos da O.E.S.I seguem o conselho Paulino: Filipenses 2. 3 nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo.

  1. A vida dos irmãos da O.E.S.I deverá ser diferente. Devemos viver na alegria de sermos eleitos de Deus, santos e amados. Trabalhamos para ter um comportamento e um coração compassivo, de benignidade, humildade, mansidão e longanimidade. Nossa humildade nunca poderá ser requerida pela nossa fala ou argumento, mas pelo testemunho interior. Nunca poderemos dizer: Sou humilde ou apresentarmos um semblante de autopiedade. Nunca poderemos nos apresentar com o título “Servos inúteis”, isso é muito honroso e dá aparência de auto-humildade. Somos servos inúteis no coração. Nossa humildade deverá ser vista por Deus no sigilo absoluto das coisas que fazemos para Deus. Mesmo que venhamos dar a nossa vida pelo Evangelho do Senhor, ainda assim devemos dizer: Somos servos inúteis. Só fizemos o que deveria ter sido feito. Desejamos viver integralmente o conselho de Colossenses 3.12: Revestí-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de coração compassivo, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade.

  1. Nosso propósito é perder a vida. Perder a glória do mundo. Perder o reconhecimento dos homens e das instituições. Devemos perder as oportunidades materiais e viver livre somente para Jesus. Não nos envergonhamos de sermos chamados de servos inúteis. Trabalhamos para Deus. Nosso trabalho nunca visa pagar o que Jesus fez por nós. Apenas desejamos trabalhar para o Reino, amar a Paixão de Cristo e continuar afirmando: Somos servos inúteis. Nosso projeto de vida é perder todo o reconhecimento humano. Não desejamos ser aplaudidos, gratificados ou reconhecidos. Não desejamos ter méritos. Desejamos ser pobres. Vivemos uma vida disposta a perder. Desejamos perder as ambições da vida. Desejamos viver o conselho do Senhor em Mateus 10.39: Quem achar a sua vida perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim achá-la-á. Nos consideramos mortos para o mundo, para as críticas e para os elogios.

  1. Não desejamos salvar o nosso nome ou aquilo que fomos ou fizemos. Não nos interessa relatar nossos feitos ou realizações. Não procuramos apoio no homem. Desejamos apenas viver como quem perdeu sua vida pelo amor de Jesus. Desejamos viver o evangelho de São Mateus 16. 25 “pois, quem quiser salvar a sua vida por amor de mim perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á”. São Marcos 8. 35 registra: “Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, salvá-la-á”. Observamos os conselhos do Evangelho: Marcos 8. 36 “Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua vida?” Lucas 9. 24 “Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim, esse a salvará”. Lucas 17. 33 “Qualquer que procurar preservar a sua vida, perdê-la-á, e qualquer que a perder, conservá-la-á”. Entendemos que os homens e mulheres mais usados por Deus na história da igreja foram os que mais perderam. Nosso propósito é perder toda glória ou reconhecimento humano. Não desejamos ser vistos, amados, respeitados ou queridos. Desejamos apenas amar, respeitar e servir aos outros como nossos queridos. Não desejamos conservar nossa existência humana. Desejamos apenas amar a Deus e servir aos homens com nossas orações e mensagens. Servir no sigilo. Servir sem que nossos nomes apareçam. Servir como servos inúteis que não precisam ter seus nomes mencionados na história eclesiástica.

  1. Como os anciãos de Apocalipse 4.10 que saíram dos tronos, se prostraram diante do trono de Deus e lançaram suas coroas diante do Senhor o adorando e louvando, assim também não desejamos ficar em tronos nem permanecer em pé diante de Deus, nem muito menos com coroas na cabeça. Nosso objetivo é adorar a Jesus como Senhor e Salvador deixando para trás todo reconhecimento humano ou honra humana. Não buscamos honras nem reconhecimento. Não desejamos ter nossos nomes lembrados ou amados. Desejamos deixar o nome da santíssima trindade em evidência. Que através de nossa insignificância as pessoas possam ver Jesus, glorificar a Jesus e seguir a Jesus. Optamos em ficar com o título recomendado pelo Senhor: Servos inúteis.

  1. Nossa missão é seguir o Senhor integralmente. Queremos viver Mateus 10.38 que diz: “E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim”. Desejamos seguir a Cristo com a cruz. Cruz da humilhação. Cruz da renuncia aos aplausos, riquezas e reconhecimentos humanos. Cruz da dependência completa de Deus. Com a cruz queremos seguir ao Senhor. Queremos ser dignos de estar com Cristo. Mas o glorificado, o exaltado e reconhecido sempre será Cristo. Não podemos nunca divulgar nossos nomes ou exaltar nossas realizações. Sempre devemos carregar a cruz e dizer interiormente e na liturgia: Somos servos inúteis.

  1. Nosso sentimento deve ser como o de João Batista. Em Marcos 1.7 está registrado a pregação de João Batista: “Após mim vem aquele que é mais poderoso do que eu, de quem não sou digno de, inclinando-me, desatar a correia das alparcas”. Esse sentimento de indignidade diante do Senhor Jesus é a nossa marca. Diante de Jesus e diante do mundo. Somos apenas servos inúteis. Não somos dignos de desatar as correias da sandália do Senhor. Ele é o mestre. Ele é Deus. Ele é o Senhor. Nós apenas somos salvos pela graça. Por mais que venhamos trabalhar para o reino; por mais que venhamos a ter uma vida de oração e liturgia, ainda assim continuamos sendo servos inúteis. Nunca poderemos relatar o que fazemos para Deus, pois não é nada comparado ao que Ele fez por nós. Só podemos relatar o que o Senhor Jesus fez por nós. A Ele a glória e a honra. Não temos uma autobiografia. Temos a biografia de Jesus. Ele é o Senhor. Ele deve ser conhecido.

  1. Nosso projeto de vida é ser feliz com a rejeição e injuria dos homens por amor a Jesus. Por sermos crentes e por nos considerarmos servos inúteis, poderemos ser odiados. Poderemos ser expulsos da companhia das pessoas. Poderemos ser injuriados e rejeitados. Poderemos ser tratados como indignos. Só não poderemos sair do voto de sermos servos inúteis. Nosso carisma é trabalhar para Deus e declarar na alma e na liturgia que somos apenas servos inúteis. Desejamos viver o Evangelho de São Lucas 6. 22 Bem-aventurados sereis quando os homens vos odiarem, e quando vos expulsarem da sua companhia, e vos injuriarem, e rejeitarem o vosso nome como indigno, por causa do Filho do homem.

  1. Desejamos trabalhar fazendo o que os outros não desejam e fugindo do reconhecimento humano. O que nos alegra é a perseguição e a injuria dos homens por amor a Cristo. Desejamos ter a graça da alegria na rejeição e no sofrimento. Queremos viver o carisma dos santos apóstolos como está registrado em Atos 5. 41 “Retiraram-se pois da presença do sinédrio, regozijando-se de terem sido julgados dignos de sofrer afronta pelo nome de Jesus”. Queremos aceitar o dom de sofrer por Cristo como São Paulo escreveu aos Filipenses: Fp 1. 29 “pois vos foi concedido, por amor de Cristo, não somente o crer nele, mas também o sofrer por ele”.

  1. A O.E.S.I se considera pequena, indigna e até mesmo fraca. Desejamos ser a menor irmandade cristã que existe. Serva de todas. Não desejamos ser reconhecidos ou receber méritos dos homens. Nosso coração almeja pelo anonimato e pelo serviço silencioso a Cristo. Essa é a nossa força. Nunca desejamos ter o sentimento de orgulho, vaidade ou prepotência. Desejamos seguir a fala de São Paulo quando escreveu aos Coríntios: I Co 15. 9 “Pois eu sou o menor dos apóstolos, que nem sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a igreja de Deus”. Vivemos no silêncio e na obediência.

  1. Nossa vida não busca méritos humanos. Não queremos ser dignos do mundo. Não desejamos caminhar na velocidade do mundo e da modernidade. Desejamos caminhar silenciosamente ao lado do Cristo lembrando de suas dores e chagas. Desejamos, como os profetas do Antigo Testamento, viver na direção de Deus como está escrito em Hebreus 11. 38 “...dos quais o mundo não era digno, errantes pelos desertos e montes, e pelas covas e cavernas da terra”.

  1. Temos certeza que não somos aceitos ou reconhecidos pelo mundo. Como cristãos somos difamados e perseguidos até mesmo pelos irmãos chamados cristãos. Isso não nos entristece. Seguimos o carisma de Paulo que disse em I Co 4.13 “somos difamados, e exortamos; até o presente somos considerados como lixo do mundo, e como a escória de tudo”.

  1. Nossa meta é a certeza que nada somos. Estamos apenas de passagem. Pela misericórdia e graça somos salvos. Isso é pela graça. Nossa posição deve ser a de ficar pé de longe, nem ainda desejando levantar os olhos ao céu, mas bater no peito e dizer: ó Deus, sê propício a mim, o pecador!. Essa nossa prática está presente na parábola do Senhor Jesus sobre o publicano que orava: Lucas 18. 13 “Mas o publicano, estando em pé de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: ó Deus, sê propício a mim, o pecador!”. Nossa prática de seguir a Jesus de forma integral e radical pode aborrecer nossa família, nossa própria vida e nossos sonhos de juvenis. Mas desejamos viver integralmente a Palavra do Senhor em Lucas 14.26 “Se alguém vier a mim, e não aborrecer a pai e mãe, a mulher e filhos, a irmãos e irmãs, e ainda também à própria vida, não pode ser meu discípulo”.


  1. Reconhecemos que não temos toda a sabedoria para interpretar a Bíblia Sagrada. Não somos o grupo cristão mais perfeito, mais santo ou mais humilde. Não buscamos reconhecimentos humanos. Acreditamos que estamos, com toda a igreja de Cristo, caminhando para a perfeição no Senhor. Entendemos que nosso carisma é servir a Deus Pai, Filho e Espírito Santo no louvor, nas orações, no ensino da Palavra e no serviço ao próximo. Consideramos-nos distantes da perfeição. Consideramos-nos pequenos e insignificantes. Sabemos da nossa redenção em Cristo. Sabemos que somos sacerdotes e reinaremos com Cristo. Mas nosso reinado só tem um objetivo: Glorificar e exaltar o Senhor Todo Poderoso. Nosso destino eterno se baseia em Apocalipse 5.13 que diz: “Ouvi também a toda criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e no mar, e a todas as coisas que neles há, dizerem: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos”. Não desejamos receber louvores humanos. Não desejamos receber honra pelo que fazemos. Não desejamos receber glórias, dinheiro, poder, posição social ou qualquer outro benefício humano e material. Nosso propósito é apenas servir ao Senhor, carregar a nossa cruz e louvar eternamente ao Senhor. Por isso nunca poderemos deixar de afirmar: Somos apenas servos inúteis. Só fazemos o que deveria ter sido feito. Essa afirmação deve ser do nosso interior. Não é recomendável que o homem ouça isso de nossos lábios. Pode parecer um instrumento de auto-humildade e auto-veneração. Na liturgia e na vivência com outros irmãos da O.E.S.I podemos declarar livremente: Somos servos inúteis. Na vida secular esta frase só deve ser revelada através do nosso estilo de vida e em nossas atitudes de abraçar os conselhos evangélicos da pobreza (pobreza significa aprender a depender de Deus e viver pela fé trabalhando com dignidade e honestidade), obediência (obediência é um ato de amor a Deus na pessoa do nosso discipulador. Somos obedientes e zelamos pelos nossos líderes em Nome de Jesus como prática de amor a Deus) e castidade (castidade para o solteiro significa não praticar o ato sexual antes do casamento e castidade para o casado significa ter vida sexual ativa somente com o seu cônjuge, com respeito, amor e dignidade).

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